Passeio de Vespa em Florença e Arredores

Já há algum tempo estou para contar para vocês uma daquelas experiências inesquecíveis que a Itália nos proporciona. À convite da We Like Tuscany, parceira do Viva Toscana, participei de um passeio de Vespa pela região produtora do Chianti Rufina, ao norte de Florença, com visita em vinícola, degustação de vinhosprodutos típicos e muitas paisagens lindas!

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Vista de San Miniato al Monte

A saída do passeio parte de Florença, do bairro de Porta Romana, subindo pelo cenográfico Viali dei Colli até chegar à igreja de San Miniato al Monte e sua magnifica vista panorâmica para toda Florença! Esta é uma das igrejas mais antigas da cidade, um belíssimo exemplo de arquitetura românica do século 11. Vale à pena entrar!
Igreja de San Miniato al Monte

Depois da visita à igreja e algumas fotos seguimos nosso percurso em direção ao Mugello, zona ao norte de Florença rica de tradições vinícolas e gastronômicas! Esta é a área de produção do Chianti Rufina, um vinho tinto DOCG que deve conter de 70 a 100% de uva Sangiovese.

Nossa segunda parada foi no Restaurante Mulino a Vento. O caminho até chegar até aqui é lindo, feito por estradas internas passando por vilarejos e campos cultivados de vinho e azeitona!

Chegando ao restaurante, fomos acolhidos com uma mesa no terraço, farta de frios e queijos, com vista para os vinhedos! Digna de filme! Era a típica cena que se espera de encontrar na Toscana! <3 Até eu que moro aqui há anos me encantei!

 

Durante o almoço, pudemos degustar todos os vinhos produzidos pela Fattoria Lavacchio, a proprietária do restaurante Mulino a Vento e do Agriturismo. Foram eles:

 

– Pachár: Branco Toscano IGT 70% Chardonnay, 20% Viognier, 10% Sauvignon Blanc
– Cedro: Chianti Rufina DOCG 90% Sangiovese, 5% Ciliegiolo, 5% Canaiolo
– Cedro Riserva: Chianti Rufina Riserva DOCG 90% Sangiovese, 10% Merlot
– Ludiè: Chianti Rufina Riserva DOCG 100% Sangiovese (Meu preferido!!!)
Vinsanto Riserva: 50% Trebiano, 50% Malvasia
Depois do almoço seguimos em direção à vinícola para conhecer os vinhedos e a cantina. A história desta vinícola incia em 1700 com a tradicional família fiorentina dos Peruzzi. Em 1800 foi comprada pelos Strozzi de Mantova e em 1978 pela família que atualmente administra a vinícola, o Agriturismo e o Restaurante. A produção de vinhos e azeite é 100% biológica, misturando métodos produtivos artesanais com técnicas modernas.
O caminho de volta para Florença passa por Fiesole, uma cidade de colina de origens Etruscas, mais antiga que Florença! Aqui você pode visitar o Duomo de San Romulo e o sítio arqueológico com ruínas do teatro, termas e templo da época da invasão romana, ou simplesmente curtir o visual para Florença!
Como Participar você também

Esta e outras propostas de passeios estão descritas [nesta página]. Escolha o seu itinerário preferido e entre em contato preenchendo o formulário que se encontra na página do link.

Cada um dirige a sua própria Vespa, sozinho ou com carona, seguindo um guia profissional. Caso não seja um motorista experiente, não aconselhamos levar carona. O percurso não é de grande dificuldade e na sua maior parte passa por estradas pouco movimentadas.

Caso não esteja acostumado a dirigir moto, é possível reservar um treinamento de segurança com duração de 30 minutos, antes da saída.

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6 comentários

  1. Oi Babi! Não preciso nem dizer o quanto amei né? Tudo lindo…Amaria tudo igualmente: as vespas, os vinhos, a comida, a paisagem e vocês. Gratidão por compartilhar uma experiência tão bacana! Abraço.

  2. Oi, Lilian! Fico feliz em saber que consegui transmitir a minha sensação deste dia que foi delicioso! Acho que todo mundo que vem à Toscana deveria chegar nesta essência! 😉 Bjos e obrigada por deixar seu recado!

  3. Oi, Ana! Não, você pode usar a nossa carteira nacional tipo B, normal! Se tiver a carteira internacional ou a tradução juramentada da sua CNH, melhor!

  4. Maria Angélica Marsulo Viacomentou

    Oi Babi! !que delicia de passeio! !adoraria passar um dia assim! !obrigado por compartilhar, um dia tão especial como esse

    1. Oi, Maria! É uma delícia mesmo, e ter isto a tão poucos quilômetros de distância é um privilégio! 🙂 Baci!