“Pasta Senza Vino” – Não é apenas mais um Romance na Toscana

No início deste ano recebi um pedido muito especial: revisar um romance que um grande amigo havia escrito durante seu ano sabático em Firenze. Fiquei muito honrada em poder dar minha modesta contribuição à obra que chega às livrarias dia 25 de Setembro e orgulhosa de Eduardo Krause pelo seu primeiro livro!

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A história se passa numa Firenze diferente da que conhecemos hoje: inicia na década de 60 quando o protagonista Antonello, fiorentino DOC, encontra àquela que à partir de então mudará o sentido de sua vida. De marpione, o cara que “pega todas”, a uomo innamorato, Antonello atravessará o oceano em um navio em busca de Aline, sua misteriosa brasiliana, seguindo as poucas pistas deixadas por ela. No Brasil viaja do Rio de Janeiro à Porto Alegre e conhece uma cultura e costumes diferentes de sua Itália. A narração é dinâmica e cativante. Ao final de cada capítulo Eduardo deixa um gostinho de “quero mais” para continuar a leitura. Com toques de humor inteligentes, pitadas da culinária italiana e romanticismo na medida certa.

O livro já está disponível para venda online nos sites da Livraria Cultura e Saraiva e à partir de 25 de Setembro nas livrarias de todo o Brasil!

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Fiquem ligados, gauchada!!! Nesta quinta-feira, 25 de Setembro tem o lançamento do livro “Pasta Senza Vino” com a presença do autor Eduardo Krause distribuindo autógrafos e taças de vinho! Será a partir das 19:30 na Livraria Cultura do Shopping Bourbon Country. Eu adoraria estar presente, mas algumas milhas de distância me impedem… Quem for manda um abraço pro Edu por mim! 🙂

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3 comentários

  1. Anônimocomentou

    Ja é sucesso! Eu quero!

  2. Anônimocomentou

    Um livro melancólico. Diria até um roteiro cinematográfico em ritmo frenético.O suspense crescente da página 274 mereceria as câmeras do mestre AH. O autor foi ingrato com Aline e muito duro com o pai. Que venha o próximo livro, mais gastronômico e igualmente dinâmico. Fica devendo a receita da Ribollita. Vino sempre. Uma obra com retrogosto persistente. (William Mattos, Argentina).

  3. Oi, William! Adorei seu comentário! 😉 Bjos, obrigada por passar e deixar seu depoimento!